sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Retrospectiva 2010 dos Trú

Estamos chegando ao fim do ano de 2010 e acho legal a gente relembrar de tudo que vivemos de bom (ou ruim) nesse ano. Peço apenas uma coisa, que se quiserem adicionar alguma coisa me mandem o texto que eu edito o post para não ficar bagunçado, uma parte aqui e outra acolá. Vamos então:
Começo do ano, muita expectativa, nosso último ano de escola, algo que vai mudar nossas vidas. Tivemos que escolher o curso que queríamos e que vai influenciar nossas carreiras pelo resto da vida, acho muito cedo para isso, mas quem sou eu para questionar o sistema?
Algo realmente bom que aconteceu foi todos nós termos ficados juntos na mesma sala (exceto eu que fiquei duas semanas na B), acho que nosso círculo de amizade nunca foi tão grande assim, pra onde eu olhava sempre tinha uma pessoa legal para conversar.
Tivemos uma nova integrante para nossa gangue patota, a Jaque, que nos foi apresentada por intermédio de sua grande amiga, quase irmã siamesa, Carol. Acho que quando digo que apesar de sermos amigos dela há apenas um ano, todos concordamos que ela tem o valor como qualquer um do grupo.
Quem se lembra do nosso caderno de anotações generosamente cedido por nosso querido amigo Gianlucca para a anotação de tirinhas divertidas e qualquer outra coisa irrelevante, como apelido de professores, piadas e tudo mais? Pois é, ele faz parte de nossa história agora, cada um de nós deixou uma contribuição sobre sua personalidade e senso de humor naquele caderno e talvez nossos filhos e/ou netos um dia vejam aquele caderno e descubram como um dia foi nossa amizade que tenho certeza que vai durar para todo sempre, mesmo que sigamos caminhos diferentes.
Acho que aprendemos a ser maduros de vez em quando, a superar problemas e descobrir que talvez possamos ser amigos e respeitar uns aos outros mesmo que discordemos sobre determinado assunto, ou porque no passado não nos demos bem, aliás, respeitar é palavra de primeira ordem numa amizade e em qualquer tipo de relação.
Na metade do ano sofremos algumas baixas em nosso exército, alguns deixaram a escola e foram para a UnB. Muitos de nós ficamos frustrados por não ter passado ou por não ter deixado a escola mesmo tendo passado e as aulas ficaram cada vez mais tristes, as pessoas já não agiam da mesma forma, foi nessa que caiu a ficha da responsabilidade de cada um e do que teríamos que enfrentar no futuro próximo. Sentimos inveja sim!!! E quem disser que não sentiu naquele dia em que a Denyse foi dar os parabéns por terem passado estará mentindo. Mas não foi uma inveja ruim, foi na verdade a alegria por verem alguns indo embora, mas que uma hora nossa ia ser a gente e que nos reencontraríamos um dia todos juntos na UnB para aquele almoço delicioso no RUironic ou até mesmo para estudar aquela matéria chata em comum ou ainda “morgar” em algum lugar.
Também tivemos a Michelle, que viajou para a Espanha e morou por um tempo lá, estudou, conheceu novas pessoas e novos lugares. No dia em que fomos ao aeroporto se despedir dela foi um dia contraditório: triste e feliz. Feliz por ela ter uma oportunidade tão boa quanto essa, porém o lado egoísta de cada um queria que ela ficasse, para não ficarmos longe de nossa amiga. Claro que sabíamos que era importante para ela essa viagem e por isso apoiamos mesmo sobre os rios de lágrimas das meninas quando ela passou pela porta do embarque.
Mas sabe, no final acabou tudo bem, ela voltou, nos vimos lá no Casa Park depois do vestibular e botamos todo o assunto em dia.
Festas!!!Nada como uma boa festa no estilo TRÚ de se fazer. Aquele violão, aquela fogueira, aquele papo...
A casa do Gian sediou muitas delas como o luau, aniversário dele e da Isadora entre outras. Divertimo-nos muito disputando aquelas partidas tensas de pique-bandeirinha, ping-pong e totó. Sem falar na piscina e os maravilhosos cachorros lá presentes para nos entreter, lá com certeza será um lugar que muitos de nós guardaremos boas lembranças. Teve também a festa suspense, que foi um sucesso, todo mundo fantasiado como numa boa festa fantasia. Cada um interpretou seu papel corretamente(exceto o menino que faltou *-*) e no final descobrimos que o menino que usava um lençol era realmente só um menino usando um lençol e no final todos nós morremos devido ao veneno na bebida.
Morremos sim, é verdade. Mas renascemos muitas vezes, cada vez mais fortes e aptos para as mudanças que o “mundo” exige de nós, sabendo que sempre terá uma pessoa com quem contar.
....
-Touchdown!
-Touchdown! Touchdown! Touchdown! Touchdown! Touchdown!
....
-Ahá, você vira!
-Tá bom, tá bom.
-Vira! Vira! Vira! Vira! Vira! Vira!
Como escrever uma retrospectiva sobre nós sem falar do nosso tão amado jogo que nos divertiu por diversas vezes, que nos fez gritar para ir ao banheiro e que nos fez rezar por um Joker. Simplesmente não temo como!
Um jogo aparentemente simples, mas que no final nos rende boas risadas com as conseqüências (corrige meu trema agora Penha!) E com verdades reveladoras, nem sempre agradáveis. Já perdi a conta de quantos copos tive que virar, mas sabe, nem ligo, o importante era estar com todos vocês naqueles momentos.
Surpresas... Tivemos várias festas surpresas ao decorrer desse interminável ano. Aniversário do André, Gustavo, Gian, Jaque e Rafa. Foi tanta surpresa que acho que ninguém mais ficava realmente surpreendido.
Filmes, filmes e mais filmes...vimos incontáveis filmes de diversos tipos: Cult, Terror, Comédia, Ação, Musical e tudo mais. Tanto no cinema quanto juntos na casa de alguém. Vai dizer que ver Avatar no cinema com aquele povo todo, gritando, vibrando e sentindo cada segundo de filme não foi ótimo? Ou até mesmo rir vendo Garota Infernal...
Em falar em filmes, e os NOSSOS filmes? Esses mesmo, os trabalhos que fizemos para as aulas, como esquecer da vacina revoltada e o Viogra total 12?Ou então do P.U.D.I.M e a música das vanguardas? Os figurinos utilizados, os bastidores, as músicas, as tentativas frustradas de pegar um ângulo.... o mais importante mesmo era ser legal, porque a nota mesmo estava em segundo plano.
Acho que aqueles vídeos resumem bem o que somos, criaturas bem humoradas que mesmo quando temos que fazer algo sério como um trabalho, botamos nossa marca pessoal do humor para torna-lo algo mais divertido. Apesar do nome “trabalho”, me diverti bastante os fazendo e aposto que vocês também.
Nesse ano duas talentosíssimas atrizes se revelaram entre nós, Carol e Larissa, que apresentaram dois grandes musicais, Bom dia Baltimore e Estranho Mundo de Jack, respectivamente. Ambos foram um sucesso e mostraram-nos um lado de cada uma que não conhecíamos, um potencial guardado e que com certeza, ambas irão muito longe com ele.
Bom, vou terminando por aqui, claro que temos mais momentos especiais juntos, mas talvez não tenha lembrado na hora de escrever e é por isso que peço a ajuda de todos para completar a nossa história e sempre que quisermos lembrar dela, apenas voltar até aqui ao blog e lê-la.
Você achou tudo isso uma grande baboseira e gay? Eu não ligo, sentimentos as vezes são assim mesmo, não controlamos o que sentimos e espero que cada coisa que eu escrevi aqui possa fazer com que algum de nós se reconheça, nem que seja um pouquinho.
Sabe, acho que não poderia ter tido amigos melhores que vocês.. todos são muito especiais em cada parte da minha trajetória, e a menos que eu tenha Alzheimer, não me esquecerei de nenhum. =D
E lembre-se sempre: Tô falando com o robô!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Madrugada do Terror!

Como são 3:46 e eu não estou com sono, além disso o blog anda muito Parado decidi fazer uma postagem diferente, vou postar alguns contos de terror/suspense que encontrei pela net esses dias, lembrando que nenhum é de minha autoria.

Primeiramente essa tirinha que eu achei macabra:


Agora os contos:

Os Desejos

Um velho homem estava sozinho em um caminho escuro. Ele não tinha certeza para qual direção ir, e ele havia se esquecido para onde estava indo e quem ele era. Ele se sentou por um momento para descansar as pernas, quando de repente ele olha para cima e vê uma mulher a sua frente. Ela sorri com malícia e cantarola a pergunta: "Agora seu terceiro desejo. O que vai ser?"

"Terceiro desejo?" O homem estava em confuso. "Como posso ter um terceiro desejo se eu não tive nem o primeiro nem o segundo?"

"Você já teve seus dois desejos," a bruxa falou, "mas seu segundo desejo foi para que eu retornasse tudo como era antes de você fazer seu primeiro pedido. É por isso que você não se lembra de nada; porque tudo está do jeito que era antes de qualquer desejo."

Ela atiçou o pobre homem. "Então você tem um desejo sobrando."

"Tudo bem," falou, "Eu não acredito nisso, mas não tem nada de mal em desejar. Eu desejo saber quem eu sou."

"Engraçado," falou a mulher enquanto completava a magia e desaparecia. "Esse foi o seu primeiro desejo."

Animais e Humanos

Uma pequena garota estava sozinha em casa com seu cachorro para a proteger. Quando a noite chegou, ela trancou todas as portas e tentou trancar todas as janelas mas uma se recusava a fechar.

Ela decidiu deixar a janela destrancada e então foi para cama. Seu cachorro tomou seu lugar de costume em baixo da cama.

No meio da noite ela acorda por causa de um som de gotas vindo do banheiro. A menina está muito assustada para ir ver o que era então ela estendeu sua mão para baixo da cama. Ela sentiu a lambida de seu cachorro e então voltou a dormir. Ela acorda novamente por causa do som das gotas, estende sua mão para baixo da cama, sente a lambida de seu cachorro e volta a dormir. Mais uma vez ela acorda, estende a mão e sente a lambida.

Agora curiosa sobre o som das gotas, ela se levanta e lentamente anda até o banheiro, o som dos pingos foi ficando mais alto de acordo que ela ia se aproximando. Ela chega no banheiro e liga a luz. Ela é recebida por um horrível sinal; pendurado no chuveiro estava seu cachorro com a garganta cortada e o sangue caindo na banheira.

Alguma coisa no espelho do banheiro chamou sua atenção e ela virou. Escrito no espelho com o sangue de seu cachorro estavam as palavras "HUMANOS TAMBÉM SABEM LAMBER"

Coleção

Quando criança, eu era muito quieto, e minhas conversas com outras pessoas sempre acabavam de modo estranho. Por causa disso, eu preferi crescer sozinho. O que provavelmente pode explicar minha estranha obsessão por bonecos, sendo adulto como sou. Eles nunca falam. Apenas olham. Tenho até que admitir, ficar sozinho em um apartamento cheio de bonecos pode ser perturbador em alguns momentos.

De qualquer jeito, namoro uma garota a dois anos, ela entende meu vicio, mas como são muitos, ela provavelmente vá se chocar na primeira vez que os ver.

Essa noite, ela estava mais que ansiosa para ver minha casa. De acordo que íamos aproximando da porta, ela qual não conseguia se controlar de vontade de entrar, então sem mais delongas, eu abri a porta. "Sinta-se em casa." Falei para ela, "Está meio bagunçada, mas é mais confortável do que parece" sua cara estava em choque, em absoluto terror ela começa a gritar.

Eu tentei acalmar ela, mas só piorava. Eu não sabia o que fazer, será que ela tinha medo dos meus bonecos? "Eu entendo que é meio estranho, mas é tão horrível assim?" Dei uma olhada rápida pela casa e não tinha nada de mais. Eu tinha de fazer ela relaxar, os vizinhos começaram a aparecer. Com um impulso rápido a puxei para dentro de meu apartamento enquanto tentava convencê-la. Seus gritos só ficavam mais altos. Nesse momento, eu não tinha mais escolhas a não ser colocar minha mão em sua boca. Ela me fitava em terro com lágrimas escorrendo por sua face. Eu me virei e todos os outros também estavam me encarando.

...

Estou sozinho novamente. Eu coloquei o boneco dela na prateleira de cima sobre todas as outras que eu já namorei. Seu olhar me fez ficar depressivo, então a virei para a parede até que eu conseguisse superar isso.


Pesadelo

"Papai, eu tive um pesadelo."

Você coça seus olhos e levanta o pescoço. Seu relógio brilha em vermelho dentro da escuridão --são 3:23. "Você quer subir na cama e me contar sobre ele?"

"Não, Papai."

A estranheza da situação te faz ficar mais acordado. Você quase consegue ver a silhueta pálida de sua filha no escuro do quarto. "Por que não, querida?"

"Porque no meu pesadelo, quando eu te contei do sonho, a coisa vestindo a camisola da mamãe se levantou."

Por um momento, você se sente paralisado; você mal consegue tirar os olhos de sua filha. O cobertor atrás de você começa a se mexer.

Sem Título

Eram umas 2 da manhã e eu tinha tomado um litro de coca, já estava vendo Pernalonga.Morrendo de medo até de ir acender a luz dos quartos por causa do barulho. que havia escutado há alguns instantes.. De repente, eu, munido de uma faca de 30cm escuto meu pai me chamando na garagem (que é de frente pra porta de arrastar da cozinha) "Helo, vem aqui na garagem" Eu que desde pequeno sou um vadio, toco o foda-se e deixo-o lá, se ele quiser, ele venha aqui ter comigo. Eu nem respondi e continuei concentrado no meu Pernalonga, após ele me chamar 5 vezes eu apelei e fui, com a maior cara feia, abrir a porta da cozinha e gritar "O quê que cê quer???!" Tudo certo, mas quando eu fiz isso, por algum motivo a porra da luz da garagem estava apagada e eu só escuto uns passos eufóricos, aumentando gradativamente, na minha direção, o máximo que eu enxergo, de relance é uma sombra que eu nem me lembro da forma, mas pelo som que nunca saiu da minha cabeça, estava a quatro patas...
Puta que pariu, fechei a porta na velocidade da luz, tranquei liguei as luzes que nem um louco e fui pro canto da sala com a minha faca humilde e fiquei até 4 horas da manhã lá, não tive coragem nem de pegar o telefone pra ligar pra minha mãe (o mesmo estava no meu quarto).
Certo, quando o povo chega em casa eu fico esperando eles entrarem e tudo, chega minha mãe e meu pai, eu já vou gritando "Pra quê cê fez isso, pai, eu fiquei assustado!"
Mas obviamente meu pai não dedica seu tempo à me assustar e disse que não passou em casa por que sabia que a sobrinha estava fazendo aniversário, e foi direto pra minha avó...

...

Bom vou parar por aqui porque o post já está imenso, quem sabe depois eu poste mais ou não.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Só Um Teste...

Oi, tem alguém aí? í?... í?... í... ... .. .