sábado, 19 de novembro de 2011

Atualizando a biblioteca de memes

Chamem de memes, bordões, vídeos legais, o que quiserem. Tô falando daqueles vídeos bacanas que têm grande potencial de se tornar bordões nossos. Aqui vão alguns que descobri recentemente, não sei se vocês conhecem.

Epic Sax Guy - Nome auto-explicativo

Chuck Testa + Song - Um comercial inusitado e a música baseada nele, feita pelos mesmos criadores da imortal Backing Up Song


Guille's theme goes with guy falling down 1000 stairs - Mais um vídeo da série "Guille's theme goes with everything"
Jornalismo policial é isso - eu achava que os jornais policiais mais bizarros eram da Bahia, mas o Ceará me surpreendeu...

Seu Madruga Will Go On - Você pode até não gostar de Chaves, mas é impossível não se surpreender e viajar com este vídeo incrível embasbacadoramente fantástico que deve ter levado um bom tempo da vida do cara pra ser feito. Depois disso, e depois de ser divulgado pelo zé graça (que o definiu como "a pura bilugação astral"), ele conquistou uma legião de fãs que demonstram sua admiração infinita em comentários como alguns dos que eu separei abaixo (recomendo ver o vídeo antes de ler)

"O cara zerou a vida com esse video"
"chuck norris e seu pai ou seu filho ?!?!?"
"Essa música toca quando você zera a vida no modo hard duas vezes"
"Qndo bejei pela primera veiz o efeito foi isso '-'"
"MUDOU MINHA VIDA"
"That was so incredibly awesome I was laughing and on the verge of tears.

Or maybe that was my soul trying to escape my body and go riding on the ecstasy of insanity this video was on. One or the other."
"Quando esse cara foi nascer, os óvulos vieram fecundar nele."
"Puta merda estou vomitando arco iris eis o segredo da musica Mestre3224 o melhor devia ser premiado pela nasa e pelo presidente dos estados unidos. ESSA CAVEIRA SIGNIFICA PRERIGOOOOOOO UHUUUUUL meus ouvidos cometeram o belo de um orgasmo UHUUUUUUL"
"Ficaria foda no GuitarHero ."

domingo, 13 de novembro de 2011

Cristyellen veio ensinar uma coisinha pra vocês.






BÔNUS:


PS: só pra quem não tinha visto =p

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dirija devagar.... ou não!



Por essa você não esperava né?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Wormholes - O Catálogo Mais Completo de Todos os (Espaço-)Tempos!

Interessado em ter um meio de transporte eficiente, rápido e moderno? Ou talvez apenas um espelho diferente? Cansou de ficar se perguntando como como devia ser a vida há alguns milhares de anos? Ou está louco de vontade de dar uma espiadinha nos netos que você ainda não teve? Desistiu de viajar pra Austrália por causa do preço das passagens? Ou você só faz o tipo sedentário mesmo?
Não importa qual dessas perguntas você respondeu, nem se as aulas de física já não te emocionam mais: NÓS TEMOS A SOLUÇÃO PARA VOCÊ!
Adquira agora mesmo seu próprio WORMHOLE!


É o único que resolve todos esses problemas e ainda te leva numa aventura para além do horizonte de eventos!
Diversos tamanhos, formatos e níveis de impossibilidade disponíveis ao alcance de suas equações!
E não se preocupe com o combustível: a energia infinita necessária para abrir uma dessas belezinhas, a gente fornece inteiramente grátis!
Confira:

MODELOS ESPACIAIS:
Wormhole Lugaresco Fixo - Instale na parede do seu quarto, do seu banheiro, no chão da sua varanda ou mesmo no telhado. Uma vez ativado, ele permanecerá para sempre nesse mesmo ponto do espaço, esperando que você o atravesse. É estável e a melhor opção para quem tem filhos que mexem em tudo. Conecta o local de instalação com um ponto também fixo em qualquer lugar do planeta (temos 57332189 destinos disponíveis, inclusive na Coréia do Norte e no fundo do Oceano Pacífico) e te permite viajar para esse lugar a hora que bem entender, à distância de um simples passo. Acompanha a passagem do tempo, tanto na boca de entrada quanto na de saída. Permita-se ter dois verões no mesmo ano! Obs: Não nos responsabilizamos por cálculos errôneos de fuso-horário e horários de verão.
Wormhole Lugaresco Portátil - Ao custo adicional de apenas mais algumas potências de 10 de energia, dê-se ao luxo de poder levar para onde quiser sua viagem dos sonhos! Pouco diferente de um espelho, carregue em sua mala, mochila, carro ou debaixo do braço mesmo. Seu destino estará esperando quietinho do outro lado, esteja você em casa, no trabalho ou em cima de um trator desgovernado. Garantimos um pouso suave, sem turbulências. Mas não se esqueça de usá-lo somente em local seguro. Se algum marginal encontrá-lo dando sopa no chão enquanto você está do outro lado, você pode acabar voltando de suas férias excelentes para um antro de bandidos. Obs: O uso indevido do produto é de total responsabilidade do usuário, e sugere-se discrição ao adentrar a boca do wormhole.


Wormhole Lugaresco de Destino Móvel - Oposto ao modelo anterior, instale uma entrada fixa (em sua residência, por exemplo) e desemboque numa saída portátil, que você pode levar para onde quiser. Opção interessante para quem gosta de viajar para muitos lugares diferentes mas não tem o costume de sair de casa no dia-a-dia. Permita-se visitar uma cidade diferente por travessia - basta lembrar de deixar a boca de saída numa cidade diferente de onde ela se encontrava quando você atravessou. Ideal para viagens com crianças e passeios turísticos comerciais. As mesmas recomendações são sugeridas para esta versão.
Wormhole Flexible Travels - O mais versátil dentre os modelos espaciais, este wormhole possui suas duas bocas totalmente móveis! Leve tanto seu ponto de partida quanto seu destino para onde quiser! Você pode até mesmo colocar as duas bocas lado a lado e divertir-se vendo a si mesmo dividido em dois, enquanto atravessa! É uma opção interessante para pesquisadores e profissionais que viajam muito, tornando-se uma ferramenta de trabalho altamente valiosa! O custo adicional de energia infinita pode ser financiado com um prazo de uma eternidade razoável através de nossos consórcios. Além das recomendações anteriores, há um termo de compromisso crucial que deve ser assinado pelo cliente: JAMAIS tente passar uma das bocas pela outra! As consequências de tal ato estão além da imaginação fértil de nossos projetistas.

MODELOS TEMPORAIS:
Breve, num post próximo de você!

Aventuras no Jardim Botânico

Um Gian se vê solitário entre os altos pinheiros da área de piquenique. Não há mais ninguém ali. Tudo está macabramente silencioso, e uma tensão crescente se faz sentir nos pêlos da nuca do jovem rapaz, que se arrepiam de terror ao perceber o perigo rondante. Não há vento ou qualquer tipo de movimento. Mesmo assim, o horror começa a se despejar em gotas pegajosas e invisíveis por sobre a consciência do jovem. Ele sabe, instintivamente, que dentro de frações de segundo algo terrível acontecerá com ele, até que não reste sequer o rastro de seu esqueleto, para contar a história vil que iria se desenrolar.
Tá, mentira^^
A coisa emocionante que aconteceu foi que o Leo chegou dirigindo, trazendo a minha Isinha (yey!), o Gustav, a Carol e a Jaque. A Isa tava toda preparada pra uma trilha na selva, com suas botas de caminhada novas e lindas, seu cinto de utilidades com garrafa d'água e seu boné do Smithsonian. A Jaque veio com um chapéu deveras legal.
Daí alguns minutos depois chegou o aniversariante xD O Melga trouxe o Lucas Literatura (pra facilitar, "Literalucas") de carona da entrada. Ele tinha chegado mais cedo que eu Oo!!!
A Isa usou seus olhos de águia pra ver um espelho d'água do outro lado da rua, e a gente foi lá, e se reuniu numa rodinha pra ficar falando aleatoriedades, como por exemplo "escrever o roteiro de Bioshock - O Filme"*.* O Charles chegou mais ou menos na hora em que eu entrei na floresta pra procurar cajados. Achei três, que ficaram trocando de mãos a todo momento.
De volta aos pinheiros, ficamos esperando o Drew por um tempo. Um tempão, na verdade. Tão tempão que os Melgares fizeram amizade com uma família coreana, o Carlos e o Literalucas jogaram peteca, eu e o Gustav cantamos Faroeste Caboclocom muita emoção e os outros randomizaram também.
Até fomos perguntar pros coreanos o que siginificava "Chymio Hong Dang"... Mas não era coreano. Em contrapartida, descobrimos que "Tchukarramida" significa "Parabéns!" Essas coisas que os Carlos sabem...
Bom, o Drew demorou que não chegou, então começamos a caminhada. O vô do Melga foi na retaguarda e ele na frente, munido de meu canivete suíço e minha bússula dourada (:O). A trilha pro mirante é maneira. Tem um trecho que é todo ladeado por samambaias: verdes, douradas, prateadas*-*
Paramos diversas vezes para ver frutos, flores, classificar líquens e musgos, cantarolar e ver borboletas. Oo Meu Deus, como foi gay oO!!
Depois de passar pela mata aberta das plantas esquisitas, chegamos ao mirante. Ele só tem dois andares mas dá pra ver toda Brasília lá de cima. Very nice. As fotos foram divertidas, inclusive tiramos uma automática que foi muito tensa, porque a câmera balançou em cima do parapeito e ameaçou se espatifar lá embaixo.
Como o Leo estava atrasado pra ir, voltamos mais rápido pelo caminho, eu e meu amor (e a Mari Melgares), conversando e trilhando muito. Foi deveras coooool!
Quando chegamos na área de piquenique de novo, o Carlos disse que ele tinha visto um tatu! Mas tudo bem, porque nós vimos a borboleta 8.
O lanche foi ótimo, com sanduíches legais e pão sírio com patê de frango. Quer dizer, pelo menos pra mim xD
Foi durante o lanche que o Drew e a May chegaram. Ele trouxe violon, e a gente comeu, conversou e panz! Daí eu não me lembro exatamente da ordem das coisas, de forma que vou simplesmente lançar coisas soltas: banco da biologia, Disney Oh Nice, Erga de Richer, Gian quase sendo estilingado na árvore, Leo indo embora, macacos.
Aaaah, os macacos^^ O Carlos também provou que tem olhos de águia, porque viu o macaco a uns 100 metros de distância, no meio das árvores. E era um macaco cor-de-árvore!!! Quando chegamos perto, vimos que eram uns seis micos. Muito bonitinhos e velozes! Pulavam, corriam pra cima e pra baixo nos troncos, faziam macacadas. Teve um que provou que é profissional em parkour! Daí alguma coisa fez com que todos eles se embrenhassem na floresta, em fila. Foi maneiro^^
Acho que foi mais ou menos nessa hora que cantamos Parabéns pro Melga. Mas não tenho certeza =x Só sei que o Melga foi genial! As velas dele eram assim: "10010". DEZOITO EM BINÁRIO =D Achei genial! E o discurso dele foi muito bonito também. Ele é um grande cara.
Daí fomos ver o orquidário e talz. Primeiro fomos eu e a Isa, e quando estávamos chegando num salão de exposição lá, percebemos que estávamos sendo seguidos. Nos escondemos dentro de uma casinha e esperamos. Daí saímos velozmente com nossas metralhadoras e abatemos o Carlos e o Literalucas antes que eles tivessem chance de reagir! Somos fodas, huah! :D
Daí entramos no salão de exposição. Vieram o Drew e a May em seguida. Vimos as fotos do Niemeyer de pedra et al., os insetos e os crânios do cerrado. Ficamos um tempão olhando pra um que parecia uma serpente-do-mar, até que eu percebi que era um tamanduá. Sem membros, é claro. A Isa identificou o de uma capivara também.
Passamos pelo relógio-de-sol-ultra-maneiro. Dali fomos para os espelhos d'água, onde tem ciprestes e pinheirinhos nas margens. A água é escura e eu mostrei pra galëre o nível da água nos diferentes pontos do espelho. Novamente os cajados se provaram úteis.
Atravessamos as pontezinhas e entramos no Orquidário, onde aparentemente quebramos o clima de um casal que estava lá. =x Sorry, folks!
Tinham poucas plantas floridas, mas muitos tubos de ensaio com gosmas coloridas, onde estavam plantados brotinhos. Eu, o Drew e a Isa (acho) apostamos que era pras flores nascerem coloridas^^ Lá tinha xaxins e baunilha, também.
Ficamos sentados lá nas escadas um tempo, jogando conversa fora e falando de assuntos mil. Daí partimos para o último local da jornada: o Jardim dos Cheiros. É um labirintozinho com plantas aromáticas (não ciclocarbônicas) plantadas. Tinha até mirra! As mais legais foram lavanda (que a Isa sempre quis ver for real), uma de estourar e as cavalinhas! Há, elas me fizeram ganhar um milhão de reais do Melga, já que ele tinha apostado que quem achasse uma sequer, ganharia tal valor. Ainda está me devendo, Melgsy ¬¬
Por fim voltamos para a área de piquenique e decidimos quem ia embora com quem. Meus pais tavam lá, esperando pra irmos. Acabou que o Gustav, Carol, Drew, Literalucas, e os Melgares foram no carro dos Melgares. No nosso, foram meus pais, a Isa (no colo da minha mãe, na frente), May, Jaque e Charles. Eu fui no porta-malas, com ele aberto. Foi a última aventura da jornada. Tentei jogar uma granada nas pessoas do carro, mas com minha ótima mira só consegui fazer o estróbilo ricochetear na tampa do porta-malas e explodir na estrada. Espero que os Melgares não tenham ficado muito feridos =O É assustador ver um carro se aproximando veloz e vorazmente quando se está num porta-malas aberto, sem cinto de segurança. E foi de propósito que eles aceleraram^^
Chegamos na entrada do JBB e o Drew e a May ficaram esperando o pai dele. Pude enfim voltar para o conforto de um banco de carro, com a Isinha no colo, e após breves despedidas, vazamos. Deixamos o Carlos na rodô, brincamos num joguinho maneiro do celular da Jaque, que tem que destruir umas bolhinhas, e enfim deixamos a Isa e a Jaque no Sudoca.
Daí eu deitei no banco traseiro do carro e fiquei pensando, devaneando: "Caaaara, foi maneiro^^" E de fato, foi =D

domingo, 26 de junho de 2011

Porque eu sei que vocês vão rir mais do que eu.

Vitor disse:
quero um lagarto diafanizado
)8

Lari disse:
o_ô
Medo

Vitor diz:
é mto
mto lindo
D:

Lari diz:
Problemático!

Vitor diz:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEitTNEo0bphsLBL4SG-sVTw_T5IAsESn27Kx1i6kUv-x-28v92d2jVyd476GjZk52exMwJRn8MkQ7NTXU0tVEVSkdTqt6O504BvYqTzKxpyfvJpt7AGcgt2CwDEIvIJHiJiU0MrmnvFBMix/s400/Apresenta%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg
olha como ficam
D:
essa técnica preserva a estrutura óssea
D:

Lari diz:
Isso não é legal .-.

Vitor diz:
é legal sim
qisso
D:
é perfeito
e ainda é colorido...
ah..
auhshusausauhsuhsu

Lari diz:
-'-

Ria :D



Mais coisas insanas em http://www.lafenix.com.br/


Curiosidade: Para quem queria saber como funcionava o taser :)
Olhe no 2:18
Aviso: Será doloroso para os meninos.

domingo, 12 de junho de 2011

12 de Junho

Pra quem tem namorada(o):
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!! =D
Pra quem é um beagle e vive na França:
FELIZ DIA DO BEAGLE FRANCÊS!!! =D
E pra quem não se enquadra nas opções anteriores... FELIZ DIA DA INDEPENDÊNCIA DAS FILIPINAS!!! =DD
É sério. '-'

quarta-feira, 8 de junho de 2011

*-*

~solo en las dorgas


Inspirado pelas aranhas drogadas RIARIARARIAIRIARIA

domingo, 5 de junho de 2011

/MEDO

Mais alguém reparou que a cada domingo que passa as dançarinas do Faustão ficam parecendo mais a Lady Gaga?

E isso definitivamente não é um elogio.


Nem me perguntem o porquê de eu saber isso. D:

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Alívio

Da série: Posts trú que só vão fazer sentido para algumas pessoas, mas que não deixam de ser inacreditavelmente trús por isso.




quinta-feira, 26 de maio de 2011

Piada interna!

Olhando pela net olha com que me deparo



PS:Nem todos entenderão!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Vídeos

Ataque de fofura!!!


Gato Vs Coisa dus infernu invisível

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Luto

Luto pelas crianças mortas na tragédia do Rio.

Não costumo me sensibilizar muito com esse tipo de notícias que a mídia passa porque geralmente é mais sensacionalismo do que realmente um tragédia mas dessa vez eu percebi o quanto o ser humano pode ser cruel a ponto de fazer alguma coisa desse tipo e que na minha opnião foi uma das piores tragédias que já ocorreu nesse país.

O brasileiro tem mania de importar costumes e estilos de vida de países desenvolvidos mas acho que nesse caso deviam ter deixado só esse tipo de brutalidade pros EUA mesmo.

Torço para que as famílias se recuperem e superem esse episódio, se é que é possível.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cadê?

Hm... Aqui não...





Alí também não....





Onde será que está?





Ei... você.... É... Você mesmo...





Que é? Que cara é essa?





Eu só queria saber onde estão meus verdadeiros amigos...





Ou melhor...





Por que é que eu não estou ao lado deles...





Eu sinto a falta de vocês e penso em TODOS vocês TODOS os dias.





Eu amo vocês.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Imitações


A pedidos do Gian, tomaí procêis.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Trúniversidade

Começou o semestre!
Vida longa aos trú!
Agora em sua versão universitária /o/

sábado, 19 de março de 2011

Tirando do Baú... e Mostrando ao Mundo

Tenho certeza de que não é uma boa idéia...
Mas eu tô com muito sono pra perceber isso, então dane-se.

É que eu tava ouvindo hoje alguns projetos de músicas que fiz, há tempos, e que acabei por deixar abandonados.
Tive contribuições, em alguns. Contribuições que salvaram as melodias, diga-se de passagem.
Daí decidi lançar meu primeiro álbum, por aqui mesmo, já que pelo menos assim ele fica sendo underground, embora menos underground do que quando ele só existia na minha pasta do Guitar Pro.
Drew, considere isso um incentivo para você lançar também o seu, que é épico de verdade, e não só um monte de sons zoados misturados.
Sem mais delongas, apresento-lhes meu primeiro álbum - que CERTAMENTE me levará ao sucesso imediato e à fama imortal -, essa bosta que eu resolvi chamar de...


INSANIA IN SONUS 
01 - "1h33"
02 - "Shadow Hide You"
03 - "Barry & Fible Lullaby"
04 - "Barry & Fible Jam"
05 - "Noz Moscada e Macadâmia"
06 - "Washout"
07 - "Alegria & Metralhadoras"
08 - "Lafitte"
09 - "A Raspa Esquerda do Olho do Lobo-Guará"
10 - "Electric Inspiration"
11 - "Sparkles of the Red One"
12 - "Purple Cult Coffee Song"
13 - "Overdose"


(clique aqui pra baixar o arquivo .rar com as músicas)

*A faixa "1h33" foi composta em parceria com o Rafael Medeiros
** A faixa "Electric Inspiration" teve contribuição do André Ribeiro

É isso aí.
Você (que se arriscou a baixar o arquivo e ouvir) deve ter notado que muitas das melodias são parecidas, curtas, bobas. Mas é trú. Como disse o David no primeiro post dele no blog: "Eu não disse que era bom, disse que era trú."
Sinto muito pelo tempo perdido, mas pelo menos é rapidinho, e não tem "dinheiro de volta" nenhum pra cobrar^^''
Agora, tenho que admitir que as faixas 01, 10, 11 e 12 são-me muito queridas, e quem sabe algum dia eu finalize elas pra valer...

Carpe diem o/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Gian's Saga 4 - Mas Livrai-nos do Mal, Ah... Nem!

- Põe aí: "Argonians: lagartos superdesenvolvidos que acham que são gente, falam com voz de disco riscado e conseguem respirar debaixo d'água. Têm rabo, pele escamosa e um bafo de peixe terrível." Anotou, rapaz?
- Anotado.
- Beleza. Agora: "Khajiits: gatinhos que tomaram leite demais, também acham que são civilizados, a voz parece um caco de vidro arranhando quadro de giz, pulam pacarái, têm rabo, bafo de enguia..." Sobre eles, tá bom.
- Ficou quase igual ao de antes, irmão Gustav.
- Ah, Bruno, essas bestas são todas iguais. Agora me dá um peda'd ca'ne pa mim cumê que eu já vou ditar sobre os orcs.
Bruno gentilmente passa uma fatia remelenta de carne da sua perna para irmão Gustav. O jovem monge com espinhas na cabeça delicia-se com o naco abominável por alguns instantes e então continua o monólogo:
- "Orcs: parecem o Shrek, só que bem mais feios. São fortes pra caramba e tem umas presas de javali, além de serem bons ferreiros. Fedem."
- Irmão Gustav, seu olfato está me parecendo muito exigente.
- Ora, Bruno! Quem não toma o banho do mês é fedorento, ponto final. Agora, fadas...
- Pode falar. - disse Bruno, discretamente levantando o braço para inspecionar se o banho do mês anterior ainda estava em dia.
- "Fadas: na verdade não tem fada nenhuma no jogo lá, nem em lugar nenhum desse mundão que o Gian tá usando como inspiração pra escrever esse conto zoado. Mas a Isa é pequenina demais pra ser qualquer outra coisa, então, vamos fingir que acreditamos que o cruzamento de uma elfa com um vagalume, não me pergunte como, gera uma fada", pode ser?
- Me soa bastante razoável.
- Perfeito. Então vamos aos "Imperiais, bretons, redguards e nórdicos: todos são humanos, e todos são iguais. As únicas diferenças são que os primeiros se acham demais, os segundos têm dedos longos, os terceiros são negros, e os últimos gostam do frio." Pronto.
- Bastante sucinta essa descrição, caríssimo.
- Eu diria até... objetiva! Pois bem, continuemos, sim? - ao sinal positivo deveras exagerado do Bruno, irmão Gustav prosseguiu: - "Altmers e Dunmers: também chamados, respectivamente, de elfos altos e elfos negros, são só a ralé. Podem até ser bons com magia, mas no fundo não passam de um pessoal de voz irritante e orelhas pontudas."
- Percebo algum ressentimento com nossos irmãos élficos, irmão Gustav?
- Nah! - disse Gustav, indo até o musiofone (uma espécie de toca-discos medieval, inventado pelo Bruno)  para colocar um disco. - É só que eu estou reservando o melhor para o final. Escreve aí: "Bosmers:...
E começou a tocar "Preta Pretinha", dos Muito-Velhos Baianos, enquanto Gustav improvisava um passo de dança contorcido, estando visivelmente emocionado.
- ...são os elfos mais maneiros de todos. Na verdade, é a raça mais maneira de TODAS. Eles são sagazes, inteligentes, divertidos, belos, ótimos dançarinos, cineastas fantásticos, tradutores pefeitos e, alguns dos mais incríveis têm a habilidade de enloirecer os cabelos quando querem". - ele jogou as mãos pro alto enquanto suas pernas rodavam que nem alunos do fundão ao receber o último boletim do ano. - Eu comentei que eles também são as criaturas mais viris do continente?
- Hahaha, ok, irmão Gustav, é uma fidedigna descrição da nossa raça, mas... agora que acabou... - disse Bruno, indo retirar a agulha do aparato musical antes que o colega começasse a tentar colocar o pé na cabeça. - Qual foi o objetivo?
Irmão Gustav parou, alisando os fios da clara barbicha.
- O objetivo do quê, meu filho?!
- De descrever as dez raças civilizadas que habitam nosso glorioso continente! Existem centenas de pergaminhos e livros que falam sobre cada uma das raças em detalhes. Por que escrever mais um? Ainda mais um tão... sucinto.
- Eu diria até... direto! Ora, não é óbvio o motivo?! - e esse é o momento em que você imagina o Gustav, vestido de toga marrom, virando solenemente para olhar para você (sim, você leitor!) e apontar uma palma estendida piedosamente em sua direção. - A maioria dos leitores não deve saber pindarola nenhuma sobre essa merda!
- Ah.
- É, ué! Afinal de contas, o insano do Gian começa a falar de argonians, fadas, nórdicos e o escambau, e sequer explica que porra é essa?! É um serviço cone, mas alguém tem que fazê-lo, não é!?
- Claro, claro, irmão Gustav. - disse Bruno, descansando a pena e pegando os eletrodos. - Agora, trato é trato. Você disse que se eu copiasse esse monólogo, apesar de o monge copista aqui ser você, eu ia poder usar sua jacuzzi para testar meu atirador automático de limões, lembra?
- Olha, na verdade não lembro não, e não tem escrito isso em lugar nenhum pra provar. Mas tudo bem, eu tô com preguiça demais pra te impedir. Eu quero mórreeeeer!
- Deixa de drama, irmão Gustav! - disse Bruno, o inventor, correndo empolgado para o luxuoso banheiro do monge.
- Ahhh.... vida de monge é difícil, Rutê. - disse Gustav, se sentando em sua poltrona com encosto reclinável e 27 tipos diferentes de massagem. Ele levantou a mão para afagar sua querida narceja, Rutê, um animal raríssimo, incrivelmente divertido e ótimo jogador de poker.
Irmão Gustav, como é possível observar, é um homem temente aos deuses, cheio de fé e penitência em seu coração, seguidor fiel da castidade e muito comprometido com as doutrinas religiosas. Ou não.
Ele vivia com seu colega bosmer, Bruno, num monastério isolado, no meio da Floresta Ululante. Era uma residência pacata, simples e humilde, com uma biblioteca onde o monge trabalhava e quase nada mais. Apenas três quadras de tênis que nunca eram usadas, uma jacuzzi, seis jardins de inverno (nos quais irmão Gustav cultiva cactos, por ironia), uma sala particular de jogos, oito escadas rolantes (à manivela) e um Home Theater de chocolate, idealizado pro Bruno. Era, como se vê, um lugar monótono, perfeito para um monge copista realizar seu ofício sem se desconcentrar.
O lugar ainda não havia sido encontrado pelos agentes do mal que agora patrulhavam e aterrorizavam todo o Império em nome do caos que caíra sobre a terra, sem pára-quedas, havia três anos. O monastério era ocultado por duas invenções geniais do jovem Bruno, que cercavam todo o perímetro do lugar: placas de PARE e indicações de retorno.
Dessa forma, irmão Gustav vivia em paz, tendo preguiça e traduzindo peças de teatro, enquanto Bruno, seu amigo de infância e atualmente um dos mais brilhantes (ou loucos) inventores do Império, morava com ele, pagando o aluguel em forma de aparelhos úteis à vida notoriamente corrida e estressante do monge.
Os dois elfos da floresta achavam que nenhum mal poderia atingi-los, nem mesmo o mal-de-Parkinson, mas aquele fim de tarde absurdamente belo lhes revelou que a vida... a vida é uma caixinha de surpresas.
- AAAAAAAAHHH!!!!! - gritou Bruno, do terceiro andar, o que fez Rutê voejar assustada para seu poleiro de ouro. Irmão Gustav acordou sobressaltado de seu cochilo na poltrona, irritado que o amigo tivesse interrompido seu sonho com Carmen Electra usando um biquíni de sorvete em dia de sol, e viu o inventor deslizar horrorizado pelo corrimão da magnífica escadaria de mogno.
- Que foi, seu maluco?!
Bruno parecia em estado de choque quando pôs as mãos nos ombros de irmão Gustav e tentou falar:
- Eles... e-eles nos encontraram!
- Quem?! Quem nos encontraram? - perguntou o monge, começando a ficar levemente incomodado. Mas não resistiu à piada: - Relaxa, mizinfio, ainda podem bater "um, dois, três, salve todos"!
Bruno sacudiu a cabeça, em pânico.
- O caos! O horror! - ele engoliu em seco. - Quer que eu seja sucinto?
- Eu diria até... breve! Desembucha logo, criatura!
- Dois unicórnios usando snorkels e pés-de-pato acabaram de se materializar na sua jacuzzi!
Então Gustav estaca novamente, vira-se lentamente com o olhar inexpressivo fixo no leitor e profere, sucintamente:
- Oh, merda.

quarta-feira, 16 de março de 2011

O Discurso do Rei

http://www.dorkly.com/video/11850/dorkly-bits-the-koopa-kings-speech

Ops, Rei errado...
sauhsuahusauhsuhasuassashasahushauhsahushahusahushausuauhsusuhasuah

Video do Dorkly Bits - Videogame Comedy

EDIT: Antes do vídeo tem um advertisement. É só esperar um pouquinho que no topo aparece um "skip ad". Clique.

sábado, 12 de março de 2011

Atravesse a faixa de pedestres corretamente!

Eu ri!

Aventuras no Outback

(MUITO CUIDADO AO TENTAR FAZER A DISTINÇÃO DO QUE É REALIDADE E DO QUE É FICÇÃO NESTE RELATO. POR EXEMPLO, NÃO ERA CEDO PELA MANHÃ.)

Cedo pela manhã. O jovem está sujo de terra, mato e suor, mas o telefone toca insistente.
É sua namorada Isa. Pulando a parte relacionamental e gnômica da conversa, vem o convite:
- O Leo chamou a gente pra ir no Outback hoje à noite.
- Ok.

***

O Outback.
Também conhecido como o Grande Deserto Australiano. Cobre uma grande parte do interior do país dos cangurus, apesar de não haver de fato marcas ou sinalização delimitando seu início e seu final. Coloquemos dessa forma: é seco, quente, árido, vermelho e continua desse jeito até onde a vista pode alcançar? Você está no Outback. Um lugar inóspito, com vegetação rasteira, pedras, cidades isoladas, pedras, cobras traiçoeiras e mais pedras. Uma dessas pedras é tão enorme que até tem nome: Ayers Rock, ou, em aborígene, Uluru.
Isso é o Outback.
Ou então, um restaurante temático deveras caro e gostoso no Park Shopping.

***

- Onde vocês tão?
- Estamos aqui no Outback (o restaurante), esperando pra poder entrar.
"Vixe", pensa.
- Tá. - responde.
Entra no restaurante; está lotado.
Procura pela galera; continua lotado.
Desiste de achá-los; mais gente entra pra deixar o lugar ainda mais lotado.
Isa o encontra na saída, perto das portas de vidro que abrem e fecham automaticamente e que são muito legais pra ficar brincando de super-poderes.
- Ué, ainda não entraram?
- Não, tá todo mundo aqui fora.
Estão todos lá fora: Isa, May, Rafa, Drew, Piá, Feipa, Melgsy, Leo, Gustav, Carol, Jaque, Bruno.
Ganharam uma senha quadrada e piscante às 19h30, mais ou menos. Quando ela vibrasse, significava que haveria uma mesa disponível para eles.
"Vixe", pensa de novo.

***

Coordenadora de Bio é muito legal. A que parece um homem? É. Marquei minha optativas. Legal. E você, Piá? Fui desligado, você não soube? Caraca! May e Rafa conversam longe. Pois é, vou ter que fazer o vestibular. A Mi não vem? E a Lalá? E a Pri? Vou na loja de música. É Alan! É Helen! AAAH, eu troco o título, se quiserem. É uma marmota. May e Rafa conversam longe. E muda o fundo, não dá pra ler. Jaque, qual é seu fluxo? Vou ter física, física, química e química. Prefiro meu curso. Prefiro o meu. Qual é a daquele segurança negão nos olhando? Vocês sabem que medalha é essa? Acho que é Rosacruz. May e Rafa conversam longe. Gente, eu tenho uma coisa muito importante pra dizer. Blá blá blá blá! Eu te amo, Feipa. Grunf... eu também. É que eu fiz luzes. O Gustav é o Benjamin Button. Que legal, vocês passearam com o Labrador. Ele é muito forte. May e Rafa conversam longe. Você tá com o cabelo grande. Vou fazer introdução ao Jornalismo. Quantas mesas ainda faltam? Alguém já viu essa placa? Role pneu à direita. Pelo menos a noite tá agradável. May e Rafa conversam longe. Tô com fome e vou embora 22h. Vamos comer? Vamos. Não tem pão no Subway! Pede a nota fiscal. Viu, foi rápido. Isa, você tem batata? Quer Big-Mac? May e Rafa conversam longe. A gente tá parecendo mendigo. Que vídeo é esse? Um filme aleatório que faz o Gustav parecer ter um orgasmo. Compra os dois Quarteirões. 11 de Setembro, 11 de Março. Viu o terremoto? Que bad, né? 11 de novembro lança Skyrim. Pede as batatinhas com queijo. A Carol é tão animada, gente! Não, amor, pode deixar que eu jogo no lixo. May e Rafa se aproximam, mas continuam conversando. A gente devia ter ido no Mittelalter. Você tem Linux no seu iPod? Eu que instalei. Qual é "Bard's Song"? May finalmente chega. Você tá tão bonito! Tá é tentando compensar o tempo que ficou lá! Uh, essa é muito boa. Já descobriu do que eles tavam rindo? Hihihihi. Depois você me conta. Quais são seus projetos. Nem ele sabe. Rafa no celular. Incubus é legal. Se você sonha com ele, ele te seduz enquanto suga sua energia. Uh... macabro. Gente tá vibrando! Sério?!?! Não. É galera, é minha hora. Já vai? Falou, cara! Falou! Falou!
22h06

***

Ele e Isa vão embora, e os outros sequer entraram. O shopping está fechando, mas eles permanecem firmes, negando-se a sair enquanto não puderem comer suas asinhas de Kookaburra (que são de frango ><) e costelas de porco com barbecue. Mas Gian e Isa precisam ir. Boa sorte aos outros.
No carro:
- Vamos pra Austrália? Aposto que a gente consegue comer antes deles sequer entrarem.
- Bora.
Felizmente o aeroporto era naquela direção.

***

O Outback.
Também conhecido como o Grande Deserto Australiano. Cobre uma grande parte do intBLÁ BLÁ BLÁ!
- Ô, garçom! Salta uma coxa de canguru com molho picante aqui por favor!
- Xá comigo, patrão! - diz o aborígene. E leva a carne exótica para a mesa do casal de anõezinhos que acabara de chegar de para-quedas.
- Bom apetite, amor.
- Pra você também, querida.
E comem um jantar romântico à luz de tochas, no topo do imponente Ayers Rock.

***

Algum tempo depois, de volta à Brasília, depois de levar a Isa pra casa:
- Alô, Drew?!
- Opa, fala aê, cara!
- Conseguiram entrar?
- Já, conseguimos! A gente entrou faz um tempinho e vamos ser atendidos agora.
Olha o relógio: 22h40
"Hehehe, sabia que a gente ainda comia primeiro. Tenho que falar pra Isa de manhã", pensa, serelepe.
- Uhum, que bom, então, cara. Manda um abraço pra todos. Ah, e aproveita e escuta a música que tá tocando no carro agora!
Põe o celular no alto-falante pro Drew escutar "Enter Sandman"
Pensa, satisfeito:
"Desertozinho simpático, o Outback...."

A pedidos do Leo...

...um layout de sorte, dessa vez^^

(Espero que dê pra ler melhor, agora)

PS: Vocês sabiam que, por tradição, se uma mulher pedir um homem em casamento em um ano bissexto, exatamente no dia 29 de fevereiro, na Irlanda, ele tem que aceitar?

quinta-feira, 10 de março de 2011

Excluí o Juvenília

Juvenília, Juvenília Café, Juvenília Cafe, Juv... qualquer coisa assim.

Pra quem não sabe, o Juvenília era um blog de pequenas coisas literárias que eu mantinha (com seus respectivos sumiços e reaparições) desde Janeiro do ano passado. Foi o sucessor -um pouco melhor sucedido- do oceano-nonsense (a galera que já me conhece há mais tempo sabe do que estou falando). E eu o excluí hoje.

Não devo justificativas a ninguém, o que é bom: não há exatamente uma justificativa. A coisa ficou saturada, alternando entre reviravoltas emocionais de cinco minutos e poemas pra tentar falar de sentimentos imaturos, essas paixões pueris que, por intensas que sejam, não levam a lugar algum (vide o post mais recente do Titulo Definitivo). A verdade é essa.

O poeta russo Vladimir Maiakóvski diz uma coisa interessante: logo quando se começa a escrever, seja poesia ou qualquer outra coisa, tem-se um reservatório emocional de uma vida inteira para se utilizar como matéria-prima. Mas esse meu último ano foi demasiado prolífico (apesar de caótico), e desgastou-se; agora é deixar na juvenília essa primeira juventude - para tentar então me rejuvenescer.

Abraços,

Pedro
(Departamento de Boêmios)

P.S.: Ainda não entendi esses naipes no plano de fundo.

terça-feira, 8 de março de 2011

Oito de Março

PARABÉNS, GI!
PARABÉNS, MAY!
E, claro, parabéns a todas as mulheres^^

Felicidades e insanidades a vocês o/

Motivos do porquê não achei ruim O Discurso do Rei ter ganho Oscar de melhor filme.

Aí estão alguns dos motivos de ter achado coerente a premiação:

Trilha Sonora

A Trilha Sonora feita por Alexandre Desplat é realmente incrível, conta com grandes nomes como Beethoven e Mozart fora canções originais igualmente boas. Os comentários que se ouvem são que a trilha sonora de a Origem é melhor, mas eu acho que as coisas são diferentes, a trilha de Hans Zimmer também é legal mas é algo que tem um encaixe com determinado tipo de filme, assim como em Discurso do Rei, foi perfeitamente selecionada e introduzida na trama.

Atuação

O filme conta com atuações impecáveis em todos os personagens. O rei nem é necessário se comentar, ganhou Oscar de melhor ator, sua esposa interpretada por Helena, num papel muito diferente do seu habitual foi feito de maneira inteligente e impecável, o especialista de fala, que na minha humilde opinião atuou melhor que o próprio Rei, mostra dois lados de sua vida, a de querer ser um ator e o de amigo/ “médico”.

História

Conta com uma história real, onde apresenta o pai da atual Rainha, Elizabeth, narrando seu problema com a gagueira. Antes de assisti-lo pensei que fosse ser uma trama muito monótona e séria, mas tive uma surpresa ao ver que o histórico, o humor e o trágico ficaram perfeitamente equilibrados dentro do longa metragem, que talvez não tivesse sido muito legal se assim não tivesse sido.

“Humanidade” empregada

Acho que o diferencial foi a humanidade posta sobre o rei, que por ser autoridade geralmente é visto como apenas uma figura pública, uma máquina, sem sentimentos, mas aqui não, ele é apenas um cara que está tentando superar um problema que as vezes quase desistiu e que tem dificuldades de tomar decisões, de assumir responsabilidade de reinar, porque não se jugava capaz disso.

Depois de tudo isso você me pergunta:

-Então champs? Quer dizer que você acha que esse era o melhor filme??

Eu digo:

-Não

Pode parecer estranho eu vim aqui defender o filme e depois de tudo dizer que eu não achei o melhor filme, porque para mim quem deveria ter ganhado o Oscar de melhor filme deveria ter sido o Cisne Negro e em segunda opção A Origem mas entendo o porquê de O Discurso do Rei ter ganho. Foi feito pra agradar a Academia e ganhar o Oscar? Sim, foi mesmo, mas não deixa de ser um excelente filme com excelente música, história e atores. Acho que apenas entenderão quando assistir o filme, mas sem preconceitos por favor.

PS: tentarei manter um ritmo de postagens maior, vendo que agora com o novo blog trú muita gente está postando e talz, só me falta assunto mesmo =P

sábado, 5 de março de 2011

Gian' Saga 3 - Para Quem os Nuggets se Dobram

- Ah, isso não foi trú, caras! - reclamou o Drew (e eu só sei disso porque ele me contou, algum tempo depois, quando finalmente nos encontramos, ok?!), meio bolado.
- Desculpe senhor, mas só estamos obedecendo ordens aqui. - disse o unicórnio roxo.
- Na verdade, até que foi divertido! - completou o unicórnio rosa, baixando o machado para se apoiar.
- Haha, foi realmente divertido, não é?! - concordou o unicórnio roxo, sacudindo a cabeça chifrada com vigor.
- EU NÃO ACHEI NADA DIVERTIDO! - gritou o Drew, começando a ficar realmente irritado.
- Shhh, você não apita nada aqui não, ow! - disse o unicórnio rosa, apontando o cabo do machado para o peito do jovem viking.
- É! - ajuntou o primeiro. - Tá pensando que unicórnio é bagunça, mermão?!
- Eu só queria entender porque infernos vocês derrubaram minha casa!
- E queimamos.
- E depois cuspimos em cima, lembra?
- Ah é, essa parte foi hilariante!
- AAAAH! - interrompeu o Drew. - Que seja! Tudo isso! Qual foi o motivo pra vocês terem feito isso, velhos?!
- Olha aqui, senhor, o senhor está começando a nos incomodar, certo?! - disse o unicórnio rosa, juntando o lança-chamas do chão. - Nós só executamos uma ordem expressa em documento oficial, vê?! - e mostrou um pedaço de guardanapo usado, em que se podiam ver desenhados toscamente um triângulo, um boneco palito e uma letra "A". - Se tinha algum problema quanto à demolição, deveria ter informado à nossa superintendência há um mês.
- Mas como é que eu ia saber que vocês tinham essa ordem?! - o Drew, parece-me, estava começando a se emputecer de verdade. - Que nem significa nada, aliás! É só um bando de desenhos sem sentido!
- Temos certeza de que enviamos uma notificação via e-mail, senhor.
- Que bosta é e-mail?! A gente tá na idade-média, caramba!
- Hmm... não tinha considerado esse empecilho, mas porque idade-média?
- Sim, a gente tá no meio do quê, afinal? - reforçou o unicórnio rosa.
- Já que estamos vivendo-a no presente, não deveria se chamar idade contemporânea?
- Isso faz bastante sentido, já que só começam a chamar essa merda aqui de idade-média por volta da época que inventam o e-mail.
- Você tem certeza de que não recebeu, senhor?
Mas nesse ponto da discussão absurda, o Drew já estava de cócoras no chão, com a cabeça entre as pernas, balançando suavemente e tentando imaginar que era um objeto de cócoras que balançava suavemente. Eu comentei que ele cantava baixinho "Dez Indiozinhos no Pequeno Bote"?
- Hmm, acho que o cidadão enfim aceitou que estava errado. - disse o unicórnio roxo, contente. - Vamos, vamos informar ao Rei Banana que já podem iniciar a construção da nova sauna aqui.
- Acho que a gente deveria ir pra aula de scuba diving primeiro. - sugeriu o unicórnio rosa, guardando as ferramentas dentro do pâncreas através de uma portinhola na barriga. - Se a gente faltar mais uma vez podemos não estar preparados pra competição semana que vem.
- Você está indubitavelmente certo, colega. Para o scuba diving então!
- YEEEEY! Scuba diving!!!
- Scubaaaa!
E desapareceram num vórtice que surgiu calamitosa e destrutivamente em cima do único móvel da casa do Drew que restara intacto: o armário de nuggets.
Vendo aquela cena arrepiantemente trágica pelo canto do olho, o Drew não conseguiu mais se conter. Desfez a posição de bolinha que assumira para não enlouquecer e gritou aos céus, em agonia:
- NÃÃÃÃÃO!!!! CORNOS!!!! BRUXOS!!!! - ele levou as mãos à barba, quase arrancando os gloriosos fios. - VOCÊS QUE FIZERAM A LAMBANÇA! AGORA VOLTEM AQUI PRA LIMPAR!!!!
Mas a única coisa que aconteceu em seguida foi que uma toupeira saiu de seu esconderijo sob o solo devastado e roubou para si um dos exemplares de Y - The First Man, uma publicação que retratava a história do primeiro homem que surgiu no reino, quando este era habitado apenas por mulheres gostosas e encantadas.
- Graugruaguadgugurfff - resmungou o rapaz nórdico, querendo, com esses fonemas, obviamente dizer: "Mano, eu só me fodo nessa merda!".
Ele caminhou, pesadamente em direção aos restos de seu cafofo.
"Para construir uma sauna! Putamerda, se ainda fosse uma taverna!", pensava ele cheio de raiva, "Já era! Já era tudo! Minhas harpas elétricas, meus alaúdes, meus quadrinhos originais do Capitão Pangéia, meus...", e nesse momento, uma pontada de dor fez seu coração se retorcer, "...meus nuggets!"
- SERÁ QUE NÃO DAVA PRA CONSTRUIR A MERDA DA SAUNA AQUI DO LADO?!?!?!!??!!!!! - ele urrou novamente aos céus, fazendo um gesto que abrangia a planície árida que se estendia por muitos quilômetros ao seu redor.
"Argh!", pensava ele outra vez, remexendo nos destroços do que antes fora seu lar, "Logo agora que eu tava praticamente me mudando daqui pras terras nevadas! Oh, merda, acho que seu Eustáquio e dona Muriel não vão mais querer comprar isso aqui. Tô ferrado!"
Ele saíra de manhã cedo para caçar veados com armadilhas nas florestas distantes, pois a comida era escassa no lugar em que vivia (diga-se de passagem, o lugar menos viking que um viking poderia morar), mas naquele dia só conseguira pegar um Pelú e dois Pelanzas, o que significava que continuaria com fome (ele pode até ser viking, mas até mesmo os vikings evitam coisas estragadas, principalmente se estas puderem afetar sua hombridade) ou então que teria que sacrificar alguns dos preciosos nuggets naquela noite.
Mas agora nem os nuggets existiam mais.
Ele ficou um tempo ainda coçando a barba, indignado, mas então resolveu tomar uma atitude. Uma atitude que mudaria para sempre o rumo de sua vida.
- Eu vou usar Colgate Total 12! - disse ele baixinho para si mesmo.
Ainda bem que a toupeira era sensata. Ela saiu do buraco em que se escondia, estapeou o Drew nas faces e apontou para alguma coisa brilhante no meio dos destroços.
- UUUUH!!! Meu machado de guerra! - e a toupeira voltou para sua toca, satisfeita por ter feito o jovem tomar a atitude certa desta vez. - Valeu aí, bródi!
O Drew correu para pegar a arma letal e magnificamente forjada que repousava paciente embaixo de tábuas, taubas e tabuadas. O metal reluzente da lâmina avermelhada sibilou quando o machado foi brandido. Drew ganhara a arma majestosa de herança de seu tio-avô-de-segundo-grau, Odin Ribeiro. Hoje em dia ele chega a ser cultuado com deus nas terras distantes de onde Drew e sua família vieram. Drew se lembrava com precisão dos momentos finais de seu tio-avô, quando, gravemente ferido por causa de uma espada que perfurara seu tórax em batalha, ele dissera ao sobrinho-neto:
- André! Deixe seu tio avô orgulhoso, André! Pare de jogar molho de pimenta na ferida, moleque!! Ah, é, e o machado é seu agora, tranqs? - e morrera em seguida, com honra e dignidade.
Drew saiu de seu devaneio e, apontando a arma para o horizonte, entoou as nobres palavras, com sua melhor voz de trovão:
- Eu vou te deixar orgulhoso, meu tio! Eu vou lutar e vou vencer esse caos que assola a terra e que destrói a casa dos outros sem nem pedir licença! Eu vou devolver a paz ao povo! E vou recuperar os nuggets que me foram tirados!!!!
E com um último urro cheio de coragem, ele começou a correr em direção à... qualquer lugar. De preferência, algum que tivesse gente pra ele decapitar. O pôr-do-sol lançou sua luz gloriosa em suas costas, e uma larga sombra surgiu à sua frente, como um presságio para os inimigos para que tomassem cuidado com sua fúria. "For Whom the Bell Tolls" começou a tocar na cena, provavelmente vinda de Asgard, onde a comida é farta e a música independe de iPods.
E Drew se tornou uma silhueta no horizonte, daí parou pra descansar um pouco e tomar um Gatorade, e então continuou correndo, até virar um ponto.
Perto do que sobrara da casa do Drew, a toupeira saiu de seu buraco, agora usando um chapéu de operária e acompanhada de mais duas dúzias de compatriotas.
- Muito bem, cambada! Vamos pôr a casa do rapaz de pé de novo! - disse ela às outras. - Se o lugar estiver essa bagunça, o Cartoon Network não vai querer fechar contrato com a gente pra exibir Coragem, o Cão Covarde aqui. Garra, fé e coração! Vamos, vamos!