Ou: Capítulo 15
Ninguém ficou surpreso quando a Priscila se materializou no meio do refeitório de Valhalla. Muito pelo contrário, tanto já a aguardavam que todos vestiram máscaras de gorila e túnicas pretas e apagaram as luzes. Assim que ela apareceu, todos a cercaram e, com uma lanterna que o Gian segurava, iluminaram fracamente o ambiente, imitando terríveis sons de primata. Se já não estivesse antes, a Prisson estaria morta na hora, porque ela gritou como se sua vida dependesse disso, chorou, gritou ainda mais, se atirou no chão e se encolheu numa bola protetora, agarrando as próprias pernas.
Daí, as luzes se acenderam, todos tiraram suas fantasias e, cercando a vítima temerosa, apontaram e riram ferozmente.
Depois que o susto passou (e olha que demorou pra caramba!), explicaram tudo à menina.
- Tá, e agora, o que a gente faz? - Perguntou qualquer um deles (não faz diferença, mesmo... Sei lá, imagine você mesmo perguntando, se isso te fizer feliz - e se você estiver na história).
Agora? - perguntei eu - AGORA, A GENTE VAI... Sei lá, o que a gente faz agora?
- Você que tá escrevendo a história! - exclamou o Leo!
- Ah, senta num cone, seu macaco! - não preciso nem dizer quem exclamou isso, né?
- Não é só porque eu tô escrevendo a história que eu tenho que saber o que acontece toda hora! ... Opa, peraí... É, sim.
E aí, CABUM!, uma explosão destruiu parte do refeitório.
- Será um ataque de Loki? - perguntou o Gian
Saímos do prédio e vimos ninguém menos que a noiva e a marmota rindo maldosamente à distância.
"Perguntou qualquer um deles (não faz diferença, mesmo... Sei lá, imagine você mesmo perguntando, se isso te fizer feliz - e se você estiver na história)."
ResponderExcluirÉpico, Gustav! Finalmente se vê um final no horizonte!!! Go on, man!
pq vcs têm uma necessidade irrefreável (até em blogs) de me dar susto?
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