Dezenove anos depois (que é tempo mais que suficiente pra todos nós já termos nascido e chegado às nossas idades atuais) dos eventos decorridos no reino durante a invasão maligna vinda de Oblivion, Tamriel reina em paz (eu tô citando o jogo OBLIVION, que é deveras legal e alguns dos trú conhecem bem), as plantações são férteis, o comércio é justo, o povo é feliz e A Origem ganhou o Oscar de Melhor Filme (a Academia de Cinema da idade-média era mais sensata que a atual).
A civilização louva o Grande Libertador, que cerrou para sempre os portais dimensionais daquele inferno repleto de monstros, aberrações e coordenadores do Leonardo da Vinci. Tudo caminha para a prosperidade eterna, e os votos proferidos de felicidade, esperança e menções acima de MM não poderiam ser mais verdadeiros.
Entretanto, como nem tudo é lindo e maravilhoso (porque, se fosse, a história ia ser muito chata), o vigésimo ano após o fim da guerra pousou sobre o reino como um bloco de chumbo sobre uma uva madura: abrupto, voraz, pesado e esmagador, pois trazia um novo horror consigo. Parecia que o destino do reino era continuar sofrendo ataques malignos e guerras pavorosas, para que uma franquia de jogos pudesse continuar enchendo a bufa de dinheiro com continuações.
E assim, o reino caiu em desgraça novamente. O povo feliz tornou-se triste. O comércio justo tornou-se corrupto. As plantações férteis murcharam (mas tudo bem, é só pedir que cinco amigos te mandem help pra você não perder muitas FarmCoins). E Crepúsculo ganhou o Oscar.
Como se vê, o caos se instaurou de novo na terra (e não, eu não inventei ainda que caos é esse, por isso conto com você pra imaginar a pior coisa que poderia ter acontecido e multiplicá-la por seis!), e do jeito que as coisas fluíam, parecia que seria o fim, de uma vez por todas.
Logo, grupos de resistência começaram a se formar, mas eram abatidos. Rebeliões brotaram e foram massacradas. Manifestações populares foram feitas, mas Kadafi insistiu que não desistiria de governar a Líbia. O povo se abrigava nas tavernas e se escondia nas casas precárias. E rezavam, juntos, para que algum herói se materializasse novamente (já que o Grande Libertador se cansou da monotonia pós-Oblivion e se mudou para a Venezuela, onde agora liderava uma guerrilha secreta para derrubar Hugo Chávez), para salvá-los.
Não foi bem o que eles tinham em mente. Mas esse herói apareceu. Na verdade, heróis.
Foi um grupo randômico e nem um pouco sério que se formou aos poucos e casualmente para vencer aquela batalha, e que surgiu pra arrebentar a boca do balão três anos após a chegada do novo caos.
Uma turminha eletrizante que hoje, em novos tempos de paz (ou não, vai ter que ler a história toda pra saber), é mais conhecida como Os Insanos da Idade-Média (o que eu acho injustiça, por que a gente até que fez as coisas direitinho (sim, eu sou um deles (e agora chega de parênteses)))!
Boa a escolha da acdemia de cinema medieval ashISUhIsuUAShUAS...é por que naquele tempo os velhos da academia eram ainda jovens da academia xD....aushUAshUAshafaltou depois de coordenadores do leonardo professores de geografia...que são horrores que não devem ser deixados de lado 8D (opinião minha, claro) asuHAsuiHASuHAUShAS...ri pacas, amor...você realmente tem talento pra isso (também)...te amo muito, meu bem *---*
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