Talvez alguém tenha achado estranho que eu, Gian, lagarto com ferimento na testa, narrador da história, tenha conseguido descrever com precisão nanométrica os eventos ocorridos no capítulo anterior, considerando que eu não estava presente no local, e sim cantarolando "Greensleaves" na taverna Jefferson's.
Para explicar esse aparente contrasenso, há três possibilidades de justificativa. Você leitor escolha a(s) que mais for(em) com a sua cara:
Primeira: No momento da história em que eu finalmente encontro com a cambada da carroça, eles me contam o ocorrido e eu simplesmente narro.
Segunda: Eu esqueci que isso seria um contrasenso.
Terceira: A história é minha e, portanto, eu sou onisciente (OOOOHH!!!!) dos acontecimentos.
Feito este parêntese, e logo que eu comer miojo, prossigamos com a história.
Acho que eu fico com a segunda opção... Não, melhor, eu fico com a terceira e mas mudo algumas palavras:
ResponderExcluirA história é minha, então foda-se.
XD
ausdhsaiudhaiushd, FAIR ENOUGH.
ResponderExcluirEssa pode ser a oculta opção 4!
Catchaw!
Acho que as quatro são boas justificativas o/
ResponderExcluirMas não é meio contrassensual escrever contrassenso sem os esses em dígrafo?
Tou esperando você comer o miojo!! saoiehieaseoi
(Qual o tempero do miojo do lagarto? O.o)
Contra-senso, contrasenso ou contrassenso.
ResponderExcluirTodos estão certos.
Que inútil ><
eu creio na possibilidade de que houve um comportamento inesperado dos elétrons-livres presentes no local, o qual distorceu a realidade ali ocorrida rearranjando estes mesmo elétrons num feixe de informação do acontecido e que se direcionaram em seu cérebro
ResponderExcluir(:
aí desse jeito você ficou a par do que estava acontecendo
Ps: para os amantes de física e que acham isso uma perfeita babaquice impossível : _l_ ;D